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Perguntas Frequentes

Os partos normais e as cesarianas são atendidos apenas no Hospital Moinhos de Vento.

Sim, atendo os dois tipos de parto. A via de parto deve ser definida ao longo da gestação, sendo baseada nas condições maternas e fetais. O desejo materno é primeiramente considerado, porém a segurança do bebê é a condição principal para definir o tipo de parto a ser realizado. 

Trabalho por períodos, ou seja, faço os acompanhamentos pré-natais e partos conforme a organização da agenda pessoal do ano. Evito aceitar pacientes com data provável do parto muito próxima às datas de viagem ou compromissos pessoais. A paciente deve indicar a sua idade gestacional e a data provável do parto ao realizar o agendamento da primeira consulta pré-natal. Assim, a secretária já pode informar se estarei disponível para realizar o pré-natal e parto. Essa organização é fundamental para manter um bom atendimento das gestantes e reduzir o risco de ocorrer um nascimento na minha ausência. 

Não, faço apenas o atendimento integral. O plano é sempre realizar o acompanhamento pré-natal e o parto, pois um evento depende do outro e, dessa forma, posso me responsabilizar pela paciente até o final.

O meu atendimento pré-natal abrange a realização do exame físico básico e a execução de procedimentos complementares, que inclui as avaliações ultrassonográficas obstétricas. As consultas ambulatoriais têm duração de pelo menos 45 minutos, para que a paciente possa ser ouvida e examinada com calma, e a ecografia é utilizada como ferramenta diagnóstica em todas as visitas. Assim que a gestante opta por seguir o acompanhamento individualizado, é disponibilizado o meu contato pessoal, de forma que haja uma comunicação efetiva durante toda a gestação, facilitando a avaliação de sintomas, a interpretação dos resultados dos exames laboratoriais e das ultrassonografias. 

A ecografia é aplicada para diferentes avaliações dependendo da idade gestacional. Até 10 semanas, utilizo a ecografia via transvaginal para avaliar a evolução adequada da gravidez e vitalidade do embrião, o comprimento do colo uterino e a presença de sinais de mau prognóstico. No segundo trimestre, avalio o desenvolvimento do feto, a placenta, o líquido amniótico e continuo observando o comprimento do colo para estimar o risco de parto prematuro. No terceiro trimestre, é fundamental a avaliação do bem-estar fetal em todas as consultas através do perfil biofísico, da medida do líquido amniótico e análise da circulação placentária através da eco doppler. 

Porque apenas o exame físico não é capaz de excluir situações de risco. A ecografia é o único exame capaz de detectar a vitalidade do bebê no primeiro trimestre. O exame ultrassonográfico tranquiliza a mãe durante o período em que ela ainda não percebe movimentos fetais e monitora o ambiente intrauterino no terceiro trimestre para garantir ao máximo que o bebê esteja seguro até o momento do parto. Além disso, estima o risco de prematuridade com a supervisão frequente do colo uterino.

Não, eu trabalho com uma equipe de neonatologistas que realiza o atendimento na sala de parto e faz o acompanhamento do recém-nascido durante toda a internação. Entretanto, recomenda-se uma consulta pediátrica durante o pré-natal para que a família possa esclarecer dúvidas. Essa avaliação pode ser feita com o (a) pediatra da preferência da paciente e, não necessariamente, com um (a) pediatra da minha equipe. O seguimento do recém-nascido após a alta hospitalar fica também a critério da família, a ser feito com um (a) pediatra da equipe ou com o (a) pediatra escolhido (a) previamente pela paciente.

No momento, não. Essa decisão foi tomada para que eu possa oferecer ainda mais atenção às gestantes, que exigem um tempo maior de dedicação e me demandam muitas responsabilidades. O trabalho com a obstetrícia não tem me permitido dar a devida atenção às pacientes que necessitam de atendimento ginecológico.